Não estrague o seu dia. A sua irritação não solucionará problema algum. As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas. Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar. O seu mau humor não modifica a vida. A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus. A sua tristeza não iluminará os caminhos. O seu desânimo não edificará a ninguém. As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade. As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você. Não estrague o seu dia. Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem.
Escrito por: Karlinhos Cavalcante
Mas no fim, quando tudo
aquilo que não teve "serventia" e que não foi "preciso" na
tua obra... Chegarás ao "teto"... Sim, AO "TETO". O Final
de tudo. E é ali onde verás que, coisas que "VEMOS" que não seriam
preciso, e os tais, retiraram! Vistes, pois, que encontrasse a tua Felicidade! Tal
felicidade viu que foi conseqüência de "Alterações" que não
planejamos...
Texto escrito por: Karlinhos Cavalcante - Página no Facebook: Mente Flutuante
Respiro o ar da alegria, ao ver o sorriso em um olhar, o grito em um sorriso, a explosão em um coração, o retumbar do silêncio, a fé no amor, no ser humano, o bailar de uma criança, a reflexão de um ancião, o despertar de um amor, a coragem em viver, a convicção no amor, a vida no passado, a alegria do presente, a esperança do futuro.
Caetanear assim eu vou: "Sem lenço, sem documento. Nada no bolso ou nas mãos. Eu quero seguir vivendo, amor. Eu vou..."
Quando Julgamos O que julgamos ser óbvio
Quase nunca o é em verdade.
Quase nunca o é em verdade.
O que julgamos ser verdade
Quase nunca o é em absoluto.
O que julgamos ser absoluto
Quase nunca o é para sempre.
O que julgamos ser para sempre
Quase nunca vai além do amanhã.
O que julgamos ser até amanhã
Quase nunca chega até lá de fato.
Quando julgamos,
quase sempre o fazemos com nossos sentimentos
e sem ter o conhecimento de todo o contexto,
nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida,
por isso, na grande maioria das vezes erramos.
Quase nunca o é em absoluto.
O que julgamos ser absoluto
Quase nunca o é para sempre.
O que julgamos ser para sempre
Quase nunca vai além do amanhã.
O que julgamos ser até amanhã
Quase nunca chega até lá de fato.
Quando julgamos,
quase sempre o fazemos com nossos sentimentos
e sem ter o conhecimento de todo o contexto,
nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida,
por isso, na grande maioria das vezes erramos.
O coração se parte.
A vontade de chorar é inevitável.
O mundo começa a dar voltas em sua cabeça.
E a desconfiança de que você sempre se engana com as pessoas lhe enlouquece.
Você culpa os outros por terem lhe decepcionado.
Você culpa os outros por terem lhe decepcionado.
Culpa a si mesmo por ter acreditado neles.
Tudo que você tinha criado em cima da confiança de alguém, desmorona junto com outras coisas que nem sentido faz de terem desmoronado também.
Mas não dá pra evitar esse desmoronamento múltiplo de sentimentos.
Única coisa que se pode fazer, é lamentar.
E torcer para que não aconteça mais.
Porque a cada decepção, fica mais difícil reconstruir um mundo de sentimentos puros.
Assinar:
Postagens (Atom)







- SEGUIR!
- "ASSINAR!
- RSS
Contact